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Crianças do Nordeste para Cristo

No período de 03 a 21 de janeiro deste ano, a APEC do Brasil realizou o Projeto “Crianças do Nordeste para Cristo”, com uma estratégia e logística inusitada, que consistiu em alcançar municípios com população indígena em sua área.

O Projeto reuniu 82 participantes vindos dos seguintes estados: Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe. Tivemos uma brasileira que veio dos Estados Unidos, e três estrangeiros, um que veio de Moçambique e outros dois, de Portugal e de Angola, que atualmente estudam em São Paulo.

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No período de 03 a 21 de janeiro deste ano, a APEC do Brasil realizou o Projeto “Crianças do Nordeste para Cristo”, com uma estratégia e logística inusitada, que consistiu em alcançar municípios com população indígena em sua área.

O Projeto reuniu 82 participantes vindos dos seguintes estados: Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe. Tivemos uma brasileira que veio dos Estados Unidos, e três estrangeiros, um que veio de Moçambique e outros dois, de Portugal e de Angola, que atualmente estudam em São Paulo.

Um ônibus especial saiu da Sede da APEC em São Paulo, com 42 participantes e completamente carregado com materiais que foram doados: roupas, remédios, material escolar, brinquedos, objetos, etc; com muita literatura para ser distribuída, com os materiais para serem usados pelas equipes, além das malas pessoais, que quase não puderam ir, de tanta coisa que havia.

Foi uma verdadeira aventura a viagem, enfrentando mais de 50 horas de viagem, em estradas sem condições, com percalços no caminho como: paradas pela polícia federal e acidentes que deixavam a pista interditada por muito tempo. Mas, o sentimento de todos era de alegria e de certeza que o Senhor estava no controle de todas as coisas.

Os outros participantes tiveram seus próprios meios de transporte e também chegaram com grande expectativa. Todos chegaram ao Instituto Macedônia, da Missão Novas Tribos do Brasil, onde aconteceu o treinamento e a formação das equipes. O local foi excelente e a hospitalidade foi preciosa. O Senhor conduziu de forma admirável a formação dos 8 (oito) grupos.

Cada equipe recebeu o nome da tribo com a qual teria oportunidade de trabalhar:
Xucuru (município de Pesqueira - PE); Kapinawás (município de Arcoverde - PE); Fulni-ô (município de Águas Belas - PE); Pankararé (município de Paulo Afonso - BA); Tuxá (município de Rodelas - BA); Pataxó (município de Santa Cruz Cabrália - BA); Maxacali (município de Batinga - BA) e Tremembé (município de Itarema - CE).

O trabalho tinha objetivos variados:

  1. Apoiar os missionários servindo entre os indígenas;
  2. Mostrar para os crentes das cidades próximas das aldeias a importância do trabalho missionário entre estes indígenas;
  3. Anunciar a mensagem do evangelho às crianças tanto indígenas como das cidades;
  4. Treinar membros das igrejas evangélicas para um trabalho mais eficiente com as crianças;
  5. Equipar com literatura apropriada para o trabalho com as crianças;
  6. Passar a visão de que vale a pena investir na evangelização das crianças e,
  7. Honrar e glorificar ao Senhor abençoando vidas de crianças, de adultos, de obreiros e de pastores, em todos os locais por onde as equipes houvessem de passar.
 
“Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.”

Anônimo